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O Parque Nacional da Serra dos Órgãos cobre mais de 20.000 hectares entre as cidades de Teresópolis, Magé, Guapimirim e Petrópolis. Passamos um final de semana conhecendo um pouco mais da cidade imperial e, é claro, que não perdemos a chance de conhecer as cachoeiras e trilhas da parte petropolitana do Parnaso.

PARNASO – Parque Nacional da Serra dos Órgãos

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos, ou PARNASO para os íntimos, é uma Unidade de Conservação Federal de Proteção Integral. Ele cobre 20.024 hectares protegidos entre Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.

Além de ser um grande tesouro ambiental para a Região Serrana do Rio de Janeiro, o Paraso é um dos melhores lugares do Brasil para fazer trilhas, visitar cachoeiras e até praticar esportes de montanha como escalada em rocha e rapel.

Circuito das Bromélias – cachoeiras em Petrópolis

Uma das entradas para o Parque fica em Petrópolis, de onde saem três trilhas: o Circuito das Bromélias; a Cachoeira Véu da Noiva; e o trekking até a Pedra do Açu. A caminhada até a Pedra do Açu é geralmente feita pelos aventureiros que vão fazer a Travessia Petrópolis-Teresópolis, já que a Pedra do Açu é a primeira parada da trilha clássica.

Fizemos a trilha pelas cachoeiras do Circuito das Bromélias. São entre 20 e 30 minutos de trilha muitas vezes entre árvores com as bromélias, que dão nome ao circuito.

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Parte da trilha em direção à primeira parada no circuito das bromélias.

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Poço Paraíso

Com minutos de trilha já chegamos na primeira parada: o Poço Paraíso. A trilha é bem aberta até aqui e a “entrada” para o poço é formada por pedras que quase formam uma escada até as margens do rio.

Aqui  encontramos um poço bem amplo, ideal para dar aquele mergulho em dias muitos quentes para poder continuar a trilha. Por ser o mais próximo da entrada do Parnaso de Petrópolis, é o poço mais procurado e o que fica mais cheio em finais de semana quentes.

É bonito por suas águas bem claras, mas acredite, vai melhor seguindo em frente.

Poço das Bromélias e das Duchas

duchas do circuito das bromelias no Parnaso Parque Nacional da Serra dos Orgãos

Mais alguns minutos trilha adentro e encontramos o Poço das Bromélias e das Duchas. Aqui, além de um poço bem amplo, há uma pequena cachoeira ao fundo que forma um chuveiro para os visitantes.

Aqui é o espaço é maior que o Poço Paraíso e também há mais possibilidades. Além de obviamente mergulhar nas águas do Poço das Bromélias, é possível ir pelas pedras até de onde vem a queda d’água e encontrar outras pequenas piscinas naturais.

Poço dos Primatas

O Poço dos Primatas é o grand finale do Circuito das Bromélias no Parnaso. A trilha do Poço das Bromélias até aqui é um pouco mais loga e é o trecho mais difícil de todo o circuito. Como é o trecho menos frequentado, é comum encontrar troncos caídos no meio da trilha e as pedras ficarem mais escorregadias por conta do limo.

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Versão “girls just want to have fun” no Poço Primatas.

Mesmo assim o nível de todo o Circuito das Bromélias é considerado fácil e só é preciso um pouco de atenção e cuidado no caminho.

Voltando a falar no Poço dos Primatas. Ele é o mais bonito dos três que compõem o Circuito das Bromélias. A queda d’água é bem mais volumosa e é até possível sentar embaixo da cachoeira e receber “aquela massagem”. Existem uma pedra que dá certinho como um banco e você fica ali embaixo somente relaxando.

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Dica de quem conhece! A Nanda e a Gaia do Mala de Aventuras, moram em Petrópolis e deram a dica para quem for nesse Poço, ir entre as 12h e  14h, para conseguir pegar sol por lá. Isso porque o Poço dos Primatas é o mais protegido por árvores de todo o Circuito.

Uma opção é fazer a trilha até o final, o Poço dos Primatas, e depois retornar parando no Poço das Bromélias e no Poço Paraíso, já que esse recebem mais sol durante todo o dia.

Como ir até o Parnaso?

A entrada do Parnaso por Petrópolis fica na Estrada do Bonfim, no bairro de Corrêas. A dica é usar a Pousada Vila Açu como referência no GPS, pois a entrada do Parque fica praticamente ao lado da Pousada.

Quanto custa para entrar no Parnaso?

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Que friiiiioooooo! O mergulho foi ótimo. O difícil sair da água.

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos cobra ingresso de todos os visitantes, sendo que moradores de Petrópolis e das cidades que integram o Parnaso pagam apenas R$ 3 (desde que apresentem comprovante de residência ou documento que prove que nasceram nas cidades contempladas). Visitantes de fora pagam R$14.

Importante: é preciso informar à guarita no momento da compra dos ingressos o tempo em que irá permanecer dentro do Parnaso. Isso é uma medida de segurança para que seja possível resgatar com rapidez alguém que tenha se perdido ou se acidentado durante a trilha. Então nada dar uma de esperto e falar que vai fazer o Circuito das Bromélias e depois ir fazer a Travessia Petrópolis-Teresópolis (2 dias de trilha), ok?

Por fim, vale muito a pena conhecer esse outro lado de Petrópolis, que é sempre tão lembrada mais pelo turismo histórico e cultural do que pelo turismo de aventura. Nós não demos sorte com o tempo e pegamos bastante frio na cidade, mas mesmo assim não resistimos e tivemos que mergulhar nessas cachoeiras tão limpas e preservadas.

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Bromélias!

Nós, Bruno e Jéssica, viajamos a Petrópolis a convite do Mala de Aventuras para participar do Encontro Imperial, evento que reuniu blogueiros do Rio de Janeiro e Minas Gerais para conhecer e promover a cidade de Petrópolis.

Agradecimentos especiais ao Bomtempo Resort, em Itaipava, que gentilmente nos recebeu durante o final de semana e aos parceiros do Encontro: Galpão Caipira, Hamburgueria Dom Gourmet, Gaiatri – produtos integrais, Buda Beer, Faustino Bar e Adega, Cervejaria Bohemia, X da SaúdeLithium e Helgas Brot.

Também participaram do Encontro Imperial os blogs Loucos por ViagemRetripRoda MundoTrilhas e AventurasVamos pra OndeViajadora, Viagens e Outras Histórias e os Instagrams Aventuras da Lu e Desbravando Rio.


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Sobre o autor

Niteroiense de nascença, Botafogo de coração, Relações Públicas por formação, blogueira e viajante por paixão! Ama destinos históricos e visitar Museus em todo o mundo, mas não dispensa uma boa praia. Para ela, uma viagem não está completa sem apreciar (e bem) a culinária local e as lojas, claro.