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Sempre que ouvimos falar de Paris alguns símbolos e monumentos imediatamente  já nos vem à cabeça. Um deles com certeza é o Museu do Louvre, porém a capital francesa possui vários outros maravilhosos e diferentes museus que não podem faltar em um roteiro pela cidade.

Nesse post falar de 5 museus imperdíveis que tivemos o prazer de visitar em nossa última passagem por Paris. Como listar do melhor para o menos interessante é uma opinião muito pessoal (eu e o Bruno sempre discordamos entre nós), vamos elencar apenas na ordem em que os visitamos.

Museu de Rodin

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Nossa primeira parada foi no Museu dedicado ao escultor Auguste Rodin. A mansão e o terreno onde ele está localizado foi construída entre 1727  e 1737. Com o passar dos anos a propriedade foi de tudo, incluindo lar de freiras até ser descoberta por artistas. Escritores, pintores, escultores, dançarinos… Vários artistas alugaram a mansão e a usaram como estúdio, incluindo Rodin (em 1908). Em 1911 toda a propriedade foi vendida para o governo francês e todos os inquilinos foram avisados para deixar o local.  Rodin então começou a negociar com o o governo e ofereceu toda uma coleção de seu trabalho em troca do governo transformar o prédio em um museu em sua homenagem.

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Definitivamente as obras na parte externas são o que mais chama a atenção. Ver obras monumentais espalhadas e integradas num jardim tão bonito é imperdível; o que faz com que a melhor época para se visitar o Museu seja a primavera. Além de obras de Rodin também estão expostas obras de Camille Claudel.

O Museu funciona de terça a domingo das 10h às 17h45, já os  jardins ficam abertos até às 23h. Todas as quartas o horário de visitação vai até às 8h45. Fica bem perto do Palácio dos Inválidos, onde está o Museu das Armas e o Túmulo de Napoleão.

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Museu d’Orsay

Assim com o a Torre Eiffel, o Museu d’Orsay foi idealizado para a Exposição Mundial de 1900. Ele foi construído na antiga estação de trem de Orsay (daí o nome); a ideia era que a transformação do prédio já fosse vista como uma obra de arte em si.  Uma das heranças da época da estação é o grande relógio central. Não é permitido tirar fotos das obras de arte, o que torna sua visita bem mais tranquila do que ao Louvre. É possível passar mais tempo realmente vendo cada pintura sem ter que disputar espaço com iPads e tablets gigantes.

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Entre os artistas cujas obras podem ser vistas no Orsay estão Manet, Degas, Renoir, Monet, Cézanne, Gauguin e Van Gogh! O Museu d’Orsay funciona de terça a domingo das 9h30 às 18h.

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Museu d’Orangerie

Pertinho do Orsay está o Museu d’Orangerie. Construído em 1852 como um laranjal, foi usado como arquivo e até casa de banho até em 1921 foi cedido ao departamento de Belas Artes.

Infelizmente, não deu tempo de visitarmos o Museu em nossa última visita à Paris (afinal, não adianta visitar mil museus só para fazer check in no Facebook), mas deixamos aqui a dica para quem está planejando ir à capital da França. O Museu é mais conhecido pelas obras de Monet, mas também tem obras de Cézanne, Matisse, Picasso, Renoir e Henri Rousseau.

O Museu abre de quinta a terça, das 9h às 18h.

Pompidou – Museu Nacional de Arte Moderna

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Fonte: Flirck Oh Paris

Nossa primeira parada para quando voltarmos à Paris com certeza é o Centro Pompidou. Também no nosso roteiro original, acabamos tendo que deixar de visitá-lo para passar mais tempo em VersalhesNuma cidade onde os museus são obras de arte por dentro e por fora, o Pompidou não foge à regra. Foi inaugurado em 1977 pelo presidente Georges Pompidou, mas desde a escolha de seu projeto já chamou a atenção de todos. O complexo é gigantesco, com estrutura em aço, tubulações a mostra e com um corredor de vidro por fora. Tudo bem anos 1970!

Além do museu, o complexo inclui também um teatro e uma biblioteca pública e acesso a Internet. As coleções são dedicadas a artistas dos séculos XX e XXI.


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Louvre – o museu palácio de Paris

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Sobre o autor

Niteroiense de nascença, Botafogo de coração, Relações Públicas por formação, blogueira e viajante por paixão! Ama destinos históricos e visitar Museus em todo o mundo, mas não dispensa uma boa praia. Para ela, uma viagem não está completa sem apreciar (e bem) a culinária local e as lojas, claro.