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Embora o turismo aos países asiáticos, em especial à Tailândia tenha aumentado muito nos últimos anos, ainda são destinos que não estão na lista dos “10 primeiros países que se quer visitar” dos brasileiros.

Durante os 20 dias que passamos na Tailândia encontramos apenas uns 6 brasileiros (contando todas as cidades que visitamos). Talvez um dos motivos dos brazucas ainda não terem descoberto esse paraíso seja o longo tempo que se leva para chegar lá.

Há dois principais roteiros para se chegar à Tailândia: via Dubai; ou via algum país da Europa. De qualquer forma é preciso pegar um segundo voo para chegar até Bangkok (não há voos direto pela distância).

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Via Dubai é pela Emirates. A conexão é mais rápida (cerca de 2 a 3 horas a menos), mas o preço é mais alto. Pesquisando, encontramos a opção pela KLM e Air France. A primeira companhia é holandesa e a segunda francesa, mas ambas fazem parte da Sky Team. Na prática isso quer dizer que os sistemas de check-in são unificados e você consegue informações rápidas com os atendentes.

Na ida fizemos uma parada em Amsterdã e de lá pegamos outro voo para Bangkok (ambos pela KLM). Na volta que tivemos que ir de Bangkok até Amsterdã via KLM, depois fazer uma conexão pela Air France até Paris e ainda pela AF, de Paris ao Rio de Janeiro. O retorno foi bem cansativo, mal tivemos tempo de comer no aeroporto. Era desembarcar e já embarcar novamente… É o preço de se pagar mais barato.

O atendimento da KLM foi bem satisfatório. Do voo do Brasil para Amsterdã, os comissários de bordo arranhavam um português para ajudar os passageiros que não dominavam completamente o inglês. A programação de entretenimento tem filmes bem recentes em diferentes línguas, além de documentários sobre alguns destinos no mundo.

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O ponto negativo fica para a comida. Na classe econômica há apenas duas opções de pratos, sendo que diversas vezes um deles já tinha se esgotado quando o comissário vinha nos atender. Mesmo assim os pratos ainda vinham satisfatórios.

O retorno pela Air France foi mais complicado, a começar pelos bancos que eram menores. Antes da decolagem você já recebe um cardápio com todas as opções de comida e bebida escritas em francês, inglês e português. Achamos bem legal, mas novamente quando o comissário chegou, só havia uma das opções do cardápio. A comida também era mais pesada que a KLM.

Outro ponto negativo é a programação de entretenimento. O sistema não é moderno quanto o da KLM, mas não teria o menor problema se o conteúdo fosse legal. Há bem menos opções de filmes e não há informações do voo como na KLM (tempo de voo, localização, velocidade, etc.)

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No geral, as companhias são boas opções se você quer economizar para chegar à Tailândia. Se tiver mobilidade de horário, escolha ir e voltar pela KLM e com apenas uma conexão. Já que não se tem muito como fugir do tempo de voo (cerca de 11 horas no primeiro e depois mais 11horas) ao menos que seja com a melhor opção custo X benefício de companhia aérea.


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Sobre o autor

Carioca da gema, flamenguista, psicólogo e apaixonado por fotografia. Para ele, qualquer lugar é perfeito com céu azul, sol e uma cerveja gelada. Após dois anos morando em Dublin, é hora de retomar a vida no Brasil e desbravar cada cantinho do nosso país.