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Envolvente, emocionante e perturbador. Assim podemos descrever o filme Na Natureza Selvagem (Into the Wild, 2007) inspirado no livro homônimo de John Krakauer que relata a história real de Christopher McCandless. Dirigido por Sean Penn e com a trilha sonora de Eddie Vedder, o filme também conta com uma fotografia impressionante.

Mas não estamos aqui para falar do filme em si.O objetivo desse artigo é contar um pouco mais da história de Christopher McCandless, trazer informações, curiosidades, fotos reais dos locais por onde ele passou e dele mesmo. Um filme obrigatório para todo mochileiro!

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Sinopse

Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após dois anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.

História

Após se formar na Universidade de Atlanta em 1990, Christopher McCandless toma uma decisão que iria mudar drasticamente sua vida. Cansado do consumismo e da “mentira” da sociedade em que vivia, McCandless decide largar tudo e partir em uma aventura solitária para o Alasca.

Após doar seus U$24.000,00 para instituições de caridade, McCandless decide desaparecer sem avisar a familia e sem deixar vestigios (diga-se de passagem, uma atitude completamente egoísta, principalmente com sua irmã – quem ler o livro ou ver o filme vai entender).

Seu primeiro obstáculo foi no Lago Mead, onde teve que largar seu velho Datsun amarelo, após um alagamento repentino. Mas isso não desanimou o jovem aventureiro e após queimar seus U$123,00 que restavam no bolso, decide partir a pé em direção ao Oeste, agora não mais como Christopher McCandless, mas sim como Alexander Supertramp.

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Lago Mead, onde McCandless teve que deixar o carro após o alagamento

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Durante sua aventura em busca de liberdade, Supertramp passa por experiências incríveis, como descer o Rio Colorado sem permissão e ir em uma simples canoa até o México.

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Ao longo de sua jornada, Supertramp também conhece pessoas que iriam marcar a sua trajetória assim como ele também iria mudar a deles. Destaque para o casal de hippies Rainey (Brian Dierker) e Jan Burres (Catherine Keener) que “adotam” Supertramp e o ajudam em diferentes momentos de sua viagem. Vince Vaughn aparece na pele de Wayne, de quem nosso mochileiro se torna amigo e acaba se envolvendo em seus negócios um pouco duvidosos. Kristen Stewart, ainda longe de sonhar em se tornar a Sra. Crepúsculo, interpreta Tracy, uma jovem que vive com os pais em um trailler em Slab City.

Mas a melhor parte do filme é garantida por Hal Holbrook. Ele interpreta Ron Franz, um senhor que perdeu a esposa e a filha e vivia sozinho com sua fábrica de couro. Não vamos contar aqui muitos detalhes para não estragar a supresa do filme, mas vamos adiantar que Ron foi a última pessoa que viu Supertramp antes dele partir para o Alasca.

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Apesar de fazer muitas amizades ao longo de seus dois anos de viagem, o que dá a entender é que Christopher não se apegava profundamente às pessoas com as quais cruzava em seu caminho. Seu objetivo maior sempre foi a viagem em si, as pessoas que encontrava era como um bônus. Esse pensamento sobre a importância das relações humanas fica claro na carta que ele teria deixado para Ron Franz.

Carta real de Christopher McCandless para Ron Fraz

O filme não revela, mas Christopher teria deixado essa carta de despedida quando planejava deixar a casa de Ron sem avisá-lo.

”Gostaria de repetir o conselho que lhe dei antes: você deveria promover uma mudança radical em seu estilo de vida e fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante demais para tentar.

Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito do homem que um futuro seguro.

A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências […]

Você está errado se acha que a alegria emana somente ou principalmente das relações humanas. Deus a distribuiu em toda a nossa volta. Está em tudo ou em qualquer coisa que possamos experimentar. Só temos de ter a coragem de dar as costas para nosso estilo de vida habitual e nos comprometer com um modo de vida não-convencional.

O que quero dizer é que você não precisa de mim ou de qualquer outra pessoa para pôr esse novo tipo de luz em sua vida. Ele está simplesmente esperando que você o pegue e tudo que tem a fazer é estender os braços. A única pessoa com quem você está lutando é com você mesmo […]

Espero que na próxima vez que eu o encontrar você seja um homem novo, com uma grande quantidade de novas experiências na bagagem. Não hesite nem se permita dar desculpas. Simplesmente saia e faça. Simplesmente saia e faça. Você ficará muito, muito contente por ter feito.”

A cena de despedida dos dois é uma das mais fortes do filme. A interpretação de Holbrook rendeu a ele o merecido Oscar de melhor ator coadjuvante na premiação de 2008.
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Supertramp permaneceu cerca de quatro meses nas montanhas, sobrevivendo às custas do que encontrava. Ele vivia totalmente sozinho, mas o que no início era a liberdade que sempre sonhara,  logo se tornou o pior de seus problemas.

Toda a viagem de Christopher e mesmo a forma como ele partiu demonstrava um pouco de seu “egoísmo”. A palavra pode parecer forte, mas como ele mesmo diz na carta à Ron  Franz, ele não era  muito fã das relações humanas. No ônibus, sozinho, “aprisionado pela natureza” ele começa a repensar sua vida, lembrar de todas as pessoas que tinha deixado para trás e pela primeira vez depois que começou sua emocionante viagem ele deixa de ser “Alexander Supertramp” (nome que risca no ônibus) e se reconhece como “Christopher McCandless”. E é aí que vem a grande mensagem não só do filme, mas da vida de Christopher “a felicidade só é verdadeira quando compartilhada”.

Dois trilheiros e um grupo de caçadores acharam uma mensagem na porta do ônibus que dizia: “S.O.S. Preciso de ajuda. Estou aleijado, quase morto e fraco demais para sair daqui. Estou totalmente só, não estou brincando. Pelo amor de Deus, por favor, tentem me salvar. Estou lá fora apanhando frutas nas proximidades e devo voltar esta noite. Obrigado, Chris McCandless.”

Christopher morreu por envenenamento após ter ficado sem mantimentos e sem poder retornar do Alasca. Já se alimentando de frutas e animais da região ele ingere uma planta venosa e acaba morto, sozinho em seu “ônibus mágico”.

Slab City

Esse lugar vale um destaque especial. De 1942 até meados das década de 1960 o local era um Campo de Fuzileiros Navais. Após a sua desativação, esse campo, que fica localizado em pleno deserto do Colorado, começou a ser ocupado por pessoas e até famílias que viajavam em trailers, em busca de um local seguro e gratuito para passarem alguns dias.
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As ruinas do antigo campo foram coloridas com várias mensagens pacifistas e muitas cores. O lugar se tornou um verdadeiro refúgio para todo tipo de pessoas. Desde os descontentes com o modo de vida da sociedade capitalista como McCandless até pessoas que perderam tudo e não tem condições de morar em outro lugar.

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Embora seja difícil imaginar como aquelas pessoas suportam temperaturas de até 49oC e vivem sem saneamento básico; não há como olhar as imagens de Slab City e não ter vontade de ir conhecer esse lugar que mais parece pertencer a outro planeta.

Má influência involuntária?

Impossível controlar o impulso de viajar ao ver um filme como esse. O problema está se você levar ao pé da letra a ideia de repetir a aventura do nosso Supertramp. Após o lançamento do filme, resgatistas do Alasca notaram tendência o que eles chamam de “fenômeno no acidente repetitivo”.

“Todo verão, desde que o filme estreou, resgatistas encontram pelo menos meia dúzia de aventureiros perdidos na área de peregrinação onde morreu Christopher”, disse Rusty Lasell, diretor de serviços de emergência do município de Denali (onde ainda está o ônibus escolar que abrigou McCandless), em reportagem publicada em GO Outside, em fevereiro de 2012.

O mesmo fenômeno ocorreu no Blue John, canion agora mais famoso depois do livro e do filme “127 horas”. É nele que Aaron Ralston ficou preso em 2003. Todos lembram que o canyon é lindo com formações únicas, só se esquecem que o próprio Aaron, que já tinha bastante experiência em escalar sofreu um acidente e só conseguiu sobreviver após cortar o próprio braço! Veja aqui fotos reais de Aron preso no Blue John.

Curiosidades

Sean Penn aguardou 10 anos para rodar o filme. Ele queria ter a certeza da aprovação da família McCandless para que o filme fosse realizado.

O ator Emile Hirsch teve que perder 18kg para se tornar McCandless após ficar preso no Alasca.

Foram necessárias 4 viagens ao Alasca, em diferentes épocas do ano, para a gravação de cenas.

Nenhum dublê foi usado nas cenas de Emile Hirsch em Na Natureza Selvagem.

Fotos reais de Alexander Supertramp

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Sobre o autor

Carioca da gema, flamenguista, psicólogo e apaixonado por fotografia. Para ele, qualquer lugar é perfeito com céu azul, sol e uma cerveja gelada. Após dois anos morando em Dublin, é hora de retomar a vida no Brasil e desbravar cada cantinho do nosso país.

  • Anonymous

    Muito bom esse filme. A trilha sonora é d+

  • Anonymous

    Olha, achei o filme interessante. Mas nada, NADA na minha concepção justifica ele ter abandonado todo mundo sem dar satisfação alguma.
    O sofrimento da família dele, sem saber o que havia acontecido, é injusto e desnecessário. Achei ele um baita de FDP se vocês querem saber.

    • Anonymous

      O fato é que vários problemas familiares também influenciaram ele. Os pais podem ter sofrido, mas foram os maiores causadores da sua “fuga”. Quem tem uma boa família, jamais rompera o vínculo, o que numa família problemática, é fácil de ocorrer.

  • Anonymous

    Daniel W
    Eu achei o filme bem interessante, e se você prestar atenção no filme, verá que a família pelo jeito também não prestava muita atenção nele, pelo menos nos ideais dele e o que ele buscava. Quem é mais fdp? Quem vai embora sem dar satisfação nenhuma ou aqueles que por “bondade” ou talvez “nescessidade” te mantém sempre ao lado, em um futuro seguro calmo e cômodo?

    No final que é a vida? e ela não te pertence? se algo te pertencer realmente esse algo primeiramente deveria ser a própria vida, é um tremendo egoísmo achar que porquê nescessitamos do outro esse outro nos deve alguma explicação ou obrigação para conosco. Ele precisou ir longe e morrer para descobrir que os melhores momentos da vida e a felicidade só é verdadeira se compartilhada, compartilhar é diferente de ser obrigado a dividir, é se doar sem esperar em troca.

    • Anonymous

      Concordo totalmente com o comentário acima…

  • muito boniata e triste essa história, mas para alegrar seu dia lembreçe que o Senna ganhou de lavada do lula ontem.

  • Muito boa a ideia de fazer um post sobre esse filme que pra mim é simplismente épico! Parabéns, recomendo a todos que leiam e pensem em fazer algo de suas vidas

  • Anonymous

    se fudeu expontaneamente na verdade…

  • Anonymous

    Um filme e uma história emocionante.Veja fotos do magic bus nesta página,
    http://www.panoramio.com/photo/6978606

  • Anonymous

    Ele caiu no extremo do Ego, eu não sei a explicação psicológica para isso, mas ele foi um grande egoísta !!!!

  • na minha opinião quem me diz que ele é egoísta, extremista, e querer falar algo sobre a família e a inconsequência desse ideal dele, tem que primeiro no mínimo criar vergonha na cara e parar pra pensa um minuto se quer pra ver se acha alguma atitude dela (esta pessoa critica q sito) que nao tenha sido condicionada críticos acomodados do caral**

  • Bom, não li o livro, sei pouco da história, mas, tudo bem, tirando os processos filosóficos de lado e os motivos pessoais e internos que o conduziram à viagem – que, diga-se de passagem, muitos já pensaram em fazer – não consigo entender algumas coisas… Porque ele não pescou nada? Caramba, ele estava cercado por um delta de água! Porque não saiu adiante do ônibus, que motivo o prendeu ali durante tanto tempo se o objetivo era o Alaska, o Alaska e sua liberdade não se cingiam apenas naquele “mágico” universo… Ele deveria ter se informado bem melhor antes de abandonar tudo, claro, entendo que ele até se preparou, muito embora estivesse talvez preso pelo espírito da experiência nova e tudo mais, afinal levou até um rifle e munição… estranho, mas aventurar-se com o fito de voltar um dia, ou, pelo menos sobreviver para contar a história para servir de exemplo revolucionário implicava necessariamente em SOBREVIVER, coisa que sua idade já permitia. E, como raios aquele ônibus foi parar ali??

  • Anonymous

    Se você tem uma família legal, não vai sumir sem mandar notícias, mas, a família do Alex Supertramp não pode ser culpada. Ele tinha uma inquietação dentro de si, ele só não quis mais fazer parte de um mundo cheio de falsidades, consumismos e aparências. Ele quis reecontrar a si mesmo, num isolamento voluntário na floresta. Segundo o filme, estar debilitado, fraco e ter se envenanado sem querer, comendo uma planta, ou raíz venenosa, foi o que realmente causou sua morte aos poucos. Devia ter ido embora semanas antes, sem proteínas, fraco e envenenado, ele não conseguiu a proeza daquelas pessoas que escaparam do acidente nos Andes, andar até encontrar socorro.

  • Anonymous

    Assisti este filme ontem no corujão da Rede Globo. É uma história muito interessante que nos deixa a lição de que precisamos de outras pessoas pra sermos felizes, e que atitudes egoístas podem causar muita dor a pessoas que nada tem a ver com nossas escolhas, algumas vezes desastrosas, O ator que interpretou O Alexander Supertramp atuou brilhantemente e me deixou impressionada com as cenas finais onde ele apareceu muito magro e debilitado. Só me resta parabenizar o elenco do filme e lamentar a triste história desse Aventureiro que embarcou nessa viagem sem volta …

  • Artur r.o

    Será que o Artur paschoali fez o msm que o Alexander?

  • É um filme muito inspirador. Excelente artigo. Abs.

  • Anonymous

    Assisti o filme ontem, e do meu ponto de vista, a raiz da inquietação e do inconformismo tanto do Alex Supertramp como de milhões de outros jovens, podem partir de onde deveriamos ter apenas amor e sabedoria, isto é, dos seus pais, tudo parte dai e depois vem sociedade e etc… Pais, prestem atenção nos seus filhos e não sejam egoistas, dessa forma nunca perderão seus filhos para o mundo. Abraços!

    • Anonymous

      A inquietação e o inconformismo não parte dos pais, podemos ter os melhores pais do mundo, a melhor familia. Mas isso vem da alma, do espirito, da busca por algo que nao se conhece, que nao se sabe o que é, uma busca pelo autoconhecimento, para entender a própria existencia. É um sentimento que nao pode ser descrito, nem entendido por quem nao conhece

  • Filme maravilhoso,desde a primeira vez que assisti,em meados de janeiro,tornou-se meu filme e livro favoritos;estória incrível!!!!

  • Pingback: 127 Horas: Imagens reais de Aron, curiosidades e muito mais - Deixa de Frescura!()

  • Jota Oliver

    To atrasado, eu sei, vi o filme por conta da trilha de Eddie Vedder que vi no youtube..ai segui…etc.etc..enfim. O “Filme” que na verdade é um fato real, glamorizado em algumas situações, como na cena que ele cedeu a moeda para o senhor que estava na ligação, na tentativa de justificar dele nao ter ligado para a irmã. Isso certamente foi adaptado. Notei que ele realmente não se apegava e todos aqueles que ficavam pra trás sofriam por ele. Enfim ele viu que a vida sem “as pessoas amigas” não tem sentido. Mas….

    • Keyko Sakura

      Foi justamente o que ele concluiu no final. Não adianta se isolar. A sociedade é um mal necessário.

  • André Luiz Fernandes

    Cara, esse filme me fez repensar a vida, que historia, que aventura.

  • André Luiz Fernandes

    Tem toda a razão

  • André Luiz Fernandes

    Fecho contigo

  • Pingback: (Into the Wind MOB) vontade de largar a porra toda e vira andarilho/viajante/vagabundo()

  • Nuvens de Encanto

    a unica pergunta que eu tenho é sobre as fotos originais…
    Quem as tirou? Principalmente a do onibus magico.
    lol

    • Keyko Sakura

      Foi o próprio Christopher. A câmera foi achada no ônibus. Com certeza ele deveria ter levado um tripé com ele.

  • Carlos abc

    é bem isso ae mesmo!! Pelo o que o filme passa diz que a família dele era bem complicada! O autor tentou frisar bem que ele seria egoísta! E a atitude dos pais dele? E na nossa sociedade? quer mais egoísmo que isso? Todos vendendo quase a alma da mãe pra subir de cargo, humilhando os demais para saírem em vantagem! Traindo adoidado! Corrupção, mortes, jogos de poder!!! Agora dizer que um ato corajoso dele (tb acho que foi ingenuo, pois o que ele fez foi extravasar toda a energia da juventude, mas realmente ele era diferenciado, muita energia, intelectual, rebelde, por isso fez história, penso que se ele forçasse a barra ele iria se adaptar a força, mas nunca teríamos pessoas assim, como ele pra serem diferentes, ele seria só mais um), mas continuando, todo o desapego dele não se consegui assim de uma hora para outra, e ele deu seu limite pela sua verdade! Não vejo sendo egoísta alguém que faz de sua vida uma aventura!! Ele não ter avisado fazia parte dessa libertação, senão diariamente ele teria que ficar contatando eles, e isso eliminaria a liberdade dele

    • Marcelle Siqueira Santos

      Concordo bastante. Não seria possível liberdade alguma com aviso aos pais, certamente iriam exigir fotos, locais, data de volta, perguntas sobre se ele está comendo, isso sem contar que iriam brigar com ele a priori para que ele fizesse a faculdade e MAIS estavam dispostos a buscá-lo e até o internariam em uma clínica psiquiatra pq as pessoas e volta o considerariam maluco, algo do tipo. Sinceramente, ficar preso a esses padrões de família, essa vida regrada, essa vida vigiada, na qual pais se acham DONOS de PROPRIEDADES chamadas de filhos, não dá. Ele pode ter sofrido ao final da vida, mas ao menos teve sensação de liberdade, algo para poucos.

    • Carmelita Isaías de Macêdo

      Mesmo que ele tivesse uma família sem complicações, amorosa, certinha, etc, ele teria feito a mesma coisa. Poderia demorar um pouco mais para ele fazer, mas faria. Era egoísta, não dava valor às relações humanas, abandonava a todos, não se preocupava com ninguém, exceto com ele próprio. Ele era portador de transtorno de personalidade esquizóide. Ainda que tivesse sobrevivido e retornasse para casa, ele ia continuar se isolando e dando pouco valor às relações humanas, ao amor e afeto.

  • Carlos abc

    Sim sua teoria é bonita!!
    Mas acho que em um relacionamento pelo menos tem que ter reciprocidade, companheirismo, cumplicidade!
    Agora cada mente, um universo né? o grau de liberal que cada um carrega dentro de si, é de cada um

  • Carlos abc

    Ele se aventurou carinha
    realmente quantos anos vc tem?

  • Carlos abc

    cade o egoismo dele? e machucou quem??

  • Henrique Meier

    Acho que as pessoas que tentaram repetir oq ele fez, indo para o mesmo lugar e tal, nao intenderam a exencia do filme, acho se o Supertramp pudesse dizer algo para as pessoas que fizeram isso ele diria algo mais ou menos como
    “Viva a sua historia, nao a minha. Crie seu caminho, e nao refaça o meu. “

  • “Espero que na próxima vez que eu o encontrar você seja um homem novo, com uma grande quantidade de novas experiências na bagagem. Não hesite nem se permita dar desculpas. Simplesmente saia e faça. Simplesmente saia e faça. Você ficará muito, muito contente por ter feito.”
    Um dos meu favoritos, trilha sonora espetacular !

  • emerson

    Bom com vc disse, vc não leu nem assistiu ao filme. Se quizer critica-lo faça as suas pesquisas. As respostas da sua pergunta estão no livro, no filme, ou até na internet … procure se informar o porqe ele não pescou. . Ele ficou preso no ônibus pelo fato da agua que estava em volta dele ter feito um rio que era impossivel de se passar, ele estava sercado. Tentou sair porque estava sem mantimentos, naquela espoca do ano nao tinha muito animais vagando por ai . Procure se informar tbm como o ônibus foi parar ali.

  • O Livro é incrível, e o filme conseguiu de certa forma ser bastante fiel.
    Achei a história do Chris incrível e que me fez repensar muita coisa.
    Acho injusto o julgamento que muitas pessoas fazem dele… Até pq ninguém tem o direito de julgar ninguém, né?
    Ninguém saber como era viver com a família dele… Só quem vive determinadas situações é que sabe como é sufocante…
    Esquecer as próprias vontades e sonhos pra viver uma vida planejada por outras pessoas não seria pior do que ser “egoísta”? (Se é que se pode dizer que foi egoísmo dele.)
    Galera, quem tiver a oportunidade de ler o livro, faça isso! Tem muito mais detalhes…
    Agora sobre o filme, é impossível não se apaixonar… É simplesmente fantástico. Trilha sonora perfeita, fotografia magnífica… Empolgante!

  • Marcelle Siqueira Santos

    impressionante como cada um vê uma coisa no mesmo filme! Eu, por exemplo, o admirei totalmente, cresci com o filme, percebi noções de liberdade, de não propriedade, muitas coisas magnificas, enquanto alguns resumem o filme a: saiu sem avisar a família, por isso morreu sozinho e envenenado, fique à mercê das pessoas! Que isso!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Como pode??? A profundidade das atitude deles podem não ser tão explicitas, ok achá-lo um egoísta (vai de cada um), porém considerar a lição do filme como isso, é simplesmente negar e desvalorizar toda a viagem do cara, realmente ele não gostaria de deixar essa lição.

  • joel junior

    Enquanto filho! terá uma ótica! Carpe Diem. Viva Agora ( Muita vontade, muita coragem, força e nenhuma maturidade)
    Enquanto Pai! outra ótica! ( muita maturidade, pouca coragem que os compromissos empoem, risco minimo) e o que há demais em querer a segurança de uma vida comum a um filho querido, com pouco ou quase nenhum risco! Quando pai, o que vc deseja para seu filho? em quanto filho, o que quer para vc? vem um ditado que diz ” Se os jovens soubessem. Se os velhos pudessem!
    A Felicidade só é verdadeira, quando compartilhada.
    Ele amadureceu, mais já era tarde demais.

    Quanto ao filme: Maravilhoso, trilha sonora espetacular e uma fotografia ímpar.

    • Joel, perfeito o seu comentário. Resumiu tudo o que eu penso em relação ao filme. Abs!

  • Carmelita Isaías de Macêdo

    “Compartilhar” significa fazer parte de algo COM alguém. Não significa simplesmente dividir e cada um se isola com a sua parte. Compartilhar dá idéia de ter parte de algo com outra pessoa . Portanto, não existe egoísmo aqui, não há isolamento. Como ser feliz sozinho, preso em si mesmo?

  • Não sabia da carta que ele deixou. E nem das outras histórias. Que demais! O filme se tornou ainda mais marcante para mim.

  • Arashiro Osny

    Primeiro site em portugues que encontro na net, falando sobre Chris McCandless ! Parabens!!

  • Luid Romanoff

    Lembre-se, Senna está morto.